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02/07/2017 08:05 Camila Cervantes e Bárbara Sá/RD News

Com sinais de embriaguez, promotor desacata policiais em Mato Grosso

O promotor de Justiça de Guarantã do Norte, Fábio Camilo da Silva, foi abordado na tarde deste sábado (1º) pela Polícia Militar e, sendo relatos, estava visívelmente embriagado. Lotado no Ministério Público Estadual  (MPE) em abril deste ano, ele dirigia seu carro sentido Terra Nova do Norte (a 648 km de Cuiabá). Em vídeo, que circula nas redes sociais, aparece revoltado com a ação dos PMs.

Bastante irritado, o promotor tenta usar o cargo, que tem foro privilegiado, para afrontar os policiais militares. Em um dos momentos, fala em tom alto com um dos PMs e dá um tapa no boné do mesmo, jogando-o no chão. Agressivo, o promotor tenta incitar, sem êxito, uma reação.

Em certo momento, o promotor diz para que o policial "colasse os cascos" para ele. De acordo com o oficial de área da PM de Peixoto de Azevedo, Fábio além de desacatar a guarnição, praticou crimes como dirigir alcoolizado. Apesar da atitude inadequada, ele tem prerrogativa de função, ou seja, na prática só pode ser preso mediante flagrante de crimes inafiançáveis, tais como, racismo, tortura, tráfico de entorpecentes nas horas afins, crimes hediondos e terrorismo.

Conforme o oficial, o procedimento, nestes casos, é entrar em contato com o promotor de Justiça plantonista e pedir para que ele acompanhe a ocorrência. Em seguida, coletar dados, qualificação de testemunhas e tudo o que tiver para comprovar que ele cometeu o crime e fazer o boletim de ocorrência.

Posteriormente, o fato será encaminhado para os superiores do promotor para serem tomadas medidas cabivéis. Segundo o oficial, se os policiais militares o prendessem, poderiam responder por abuso de autoridade.

De todo modo, após o caso ser levado à Justiça, o promotor poderá responder pelo crime 306 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê que conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência ocasionará detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
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