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13/03/2017 20:06

Alvará de soltura de “Angeliquinha” surpreende delegado de Alta Floresta (Vídeo)

Noticiado em primeira mão pelo site Nativa News, a informação de soltura de Angelica Saraiva de Sá “Angeliquinha” foi confirmada em entrevista coletiva à imprensa local na tarde desta segunda-feira (13), pelo delegado responsável pelas investigações. A suspeita de vários crimes saiu pela porta da frente do presídio feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá-MT, onde cumpria pena, com alvará de soltura expedido da Comarca do município de Nova Monte Verde. “Eu precisava dar esta satisfação, estava sendo tratado como boato, então é verdade, ela não se encontra mais presa no sistema penitenciário do estado de Mato Grosso”.

De acordo com o delegado municipal, Carlos Francisco de Moraes, a notícia da soltura de “Angeliquinha” surpreendeu até mesmo a polícia local. “Fui surpreendido por notícia que circulava nas redes sociais, que a Angelica Saraiva de Sá, que vocês conhecem vulgarmente por Angeliquinha, não se encontrava mais custodiada na penitenciária feminina na cidade de Cuiabá”, frisou o delegado destacando os crimes apontados em investigação.

“Estranhei o fato, porque em desfavor dela existem dois mandados de prisão em aberto pela comarca de Alta Floresta, inclusive ela vai a júri popular pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas, associação ao tráfico, corrupção de menor, inclusive as investigações estão apontando ela como líder uma das maiores organizações criminosas que existem aqui no extremo norte de Mato Grosso, e entrando em contato com os responsáveis pela unidade prisional, fui informado agora oficialmente de que ela não se encontra mais custodiada”, pontua o delegado frisando que o alvará de soltura é datado em 06 de março de 2017.

Conforme já divulgado pelo site Nativa News na tarde do último sábado (11), Angelica Saraiva de Sá “Ageliquinha” de 28 anos, foi presa na noite de 05 de setembro
de 2015 na “Operação Walquíria” da Polícia Judiciária Civil de Alta Floresta. Na ocasião o delegado Carlos Francisco fez o pedido de prisão temporária, que foi atendido pela justiça. “Angeliquinha” foi então encaminhada ao presídio do município de Colíder, pela falta de uma ala feminina em Alta Floresta, em seguida transferida para Sinop. Logo foi solicitado pelo delegado a prisão provisória da suspeita. “Fui pessoalmente no presídio feminino de Sinop cumprir o mandado dela. Posteriormente veio outro mandado de prisão em desfavor dela, que foi cumprido também, na mesma unidade prisional”, relatou o delegado.

Sobre a soltura, o delegado diz, “Não sei qual a explicação que, Angelica Saraiva de Sá não se encontra custodiada na unidade prisional”. Carlos Francisco afirmou que em contato com o presídio onde “Angeliquinha”, documentos foram enviados com a soltura expedida pela comarca de Nova Monte Verde, outro fator de estranhamento por parte do delegado. “Inclusive já existe pronúncia de Angelica Saraiva de Sá para o júri, e nesta pronúncia o magistrado determinou que ela continuasse presa. Eu até me arrisco a dizer, pelo que pesquisei até agora, inclusive vou entrar em contato com a comarca de Monte Verde, não existe se que um mandado de prisão expedido nos autos da comarca de Monte Verde, posso até estar enganado, mas pela pesquisa que fiz pelo sistema polo, não existe mandado pela comarca de Monte Verde, ou seja, desde o tempo em que Angelica foi presa, é pela comarca de Alta Floresta”.

Indagado sobre a possível estadia da suspeita de volta ao município de Alta Floresta, se é um fator que preocupa a área da segurança pública, o delegado é categórico. “Na verdade é. A nossa preocupação é simplesmente com os familiares, com as vítimas e com a sociedade. Ela é uma pessoa de altíssima periculosidade, isso está demonstrado no curso da investigação. As pessoas estão temerosas, você vê que com essa notícia de certa maneira, Alta Floresta que é uma cidade pacata, ficou de certa forma mobilizada”, finalizou o delegado Carlos Francisco.

Os crimes cometidos pela suspeita seguiam sendo investigados, e passou a ter uma atenção especial por parte da polícia.

Fonte: Eliza Gund/Nativa News


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Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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