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Taxistas de Alta Floresta pedem fiscalização 03/08/2016 07:02

“Briga de Território” Taxistas de Alta Floresta reclamam a falta de fiscalização

Há cerca de 25 dias o município de Alta Floresta presenciou um impasse entre profissionais do volante locais e de Paranaíta. Uma verdadeira “briga de território” que vem sendo registrada diariamente, a falta de fiscalização por parte do poder público, e a não aplicação de regras que estão formalizadas em Lei Municipal mediam os impasses. De um lado profissionais do município de Paranaíta, de outro, profissionais de Carlinda, e no centro, declarados os maiores prejudicados, estão os profissionais de Alta Floresta.

Constantemente reclamações são feitas junto ao Sindicato dos Taxistas em Alta Floresta, relacionadas à permanência de taxistas de outras regiões no município. Há pouco mais de 20 dias, um taxista do ponto da Avenida Ariosto da Riva, em frente a Câmara Municipal de Vereadores, baseado na Lei Municipal de Julho de 2015, provocou tumulto indignado com alguns taxista do município de Paranaíta, que utilizam como ponto fixo diário uma pastelaria nas proximidades de seu ponto.

No Artigo 36 da Lei nº 2.270/2015 lê-se “Fica expressamente proibida a exploração de serviço de taxi na cidade de Alta Floresta/MT, por veículo licenciado em outros Municípios, sob pena de apreensão e multa de 50 UPFM, multa esta que será em dobro em caso de reincidência.” Para que esta Lei seja cumprida é necessária a fiscalização, que compete à Secretaria de Trânsito, Transporte e Segurança, fiscalização que não vêm acontecendo.

O presidente do Sindicato dos Taxistas, Ademir Cordeiro, foi procurado na ocasião do empasse entre estes profissionais, no entanto se encontrava na Capital do Estado de licença para tratamento médico. Nesta terça-feira (02), de volta as suas atividades, o presidente afirmou que ainda está “tomando pé da situação”, que lhe foi repassada com algumas versões contraditórias.

“Esse impasse entre os taxistas de Alta Floresta, Carlinda e Paranaíta, vem acontecendo há algum tempo, a Lei Municipal garante os direitos e deveres dos taxistas locais. Em qualquer lugar que você for, o taxista de outro município deve acompanhar o seu cliente onde quer que ele vá, se for ao

 banco, ao supermercado, a farmácia, em fim, ele deve levar seu cliente e esperar na frente do estabelecimento em que ele estiver. Para amenizar a situação eu propus que eles ficassem com seus veículos taxis estacionados no pátio do Sindicato até que seus clientes tivessem terminado o que vieram fazer, mas eles não aceitaram”, destacou Cordeiro.

O presidente ainda relata situações de lotação, que vem sendo praticadas principalmente por taxista de Paranaíta, infringindo os direitos dos taxistas locais, e também de empresas de ônibus. “Outro dia apareceu um homem precisando ir urgente para Sinop, como eles (taxistas de Paranaíta) estavam aqui em frente ao Isaías, um deles pegou a corrida, que de direito era de um dos nossos taxistas”, pontuou Cordeiro.

Por outro lado, os taxistas de Paranaíta garantem que não estão utilizando a pastelaria como ponto, mesmo permanecendo diariamente no local, com horários fixos de chegada e partida.

Na secretaria de Trânsito, a redação do site Nativa News, foi informada que não existe um efetivo suficiente para que as fiscalizações possam ser realizadas adequadamente. 

Fonte: Eliza Gund/ Nativa News


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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