Regional

06/02/2020 15:09 Giro Rural

Confinamento >sobe a régua> da pecuária com intensificação e gestão

A terminação do gado em cocho está ajudando a “subir a régua” da pecuária brasileira. Ao passo que intensifica a engorda, viabilizando o abate de animais jovens, as pastagens também podem ter sua capacidade de suporte utilizada com mais eficiência, uma vez que as categorias mais pesadas, como o boi magro, são enviadas ao cocho e podem ser substituídas por outras mais leves, como bezerros, fazendo com que o rebanho aumente em número de cabeças. Este reforço na produtividade acaba levando a uma evolução natural no modelo de gestão do próprio produtor.

“As palavras-chave são intensificação com gestão. Dentro deste negócio, o confinamento se encaixa como ferramenta de prioridade para o pecuarista, uma vez que ele consegue desafogar a fazenda dele à medida em que tem necessidade de mandar os bois pro cocho ou ainda aproveitar uma oportunidade para negócio”, destacou Hélder Pureza, gerente da unidade de Nova Canaã do Norte-MT dos Confinamentos JBS.

A terceirização da engorda pode deixar este processo de intensificação ainda mais simples. Nos modelos de negócios do boitel da empresa, o produtor tem quatro opções que se encaixam em perfis e necessidades diferentes: diária, parceria, ração por quilo ou arrobas engordadas. O ponto em comum entre eles é que custos como frete e toda a operação de engorda em si não exigem desembolso do produtor, com os descontos sendo realizados no momento do abate.

Com a opção da engorda no boitel, a gestão da fase de terminação, na prática, é terceirizada, o que permite ao produtor voltar suas atenções todas para dentro de sua porteira, priorizando a reposição e otimizando a taxa de lotação. Por isso a modalidade está chamando atenção dos produtores da região norte do MT. “A perspectiva para 2020 está forte, a procura está grande. Está todo mundo abrindo o olho e vendo que a ferramenta do confinamento pode auxiliar mais ainda o fazendeiro a pôr dinheiro no bolso”, reforçou Pureza.

“Com a vinda do confinamento para cá, a indústria e o produtor ganharam juntos. A boiada que vem sendo abatida com o lançamento do confinamento de Nova Canaã do Norte é espetacular […] O produtor está investindo em genética, a boiada a cada dia está mais nova”, aprovou Adriano Guimarães, o Tatinha, gerente de originação da unidade Friboi em Alta Floresta, uma das unidades que recebem animais terminados no boitel, juntamente a Colíder.

A localização da unidade, segundo Tatinha, é acessível para o produtor que quer acompanhar a evolução da boiada no cocho.“Uma dica para o produtor: a planta nossa do confinamento é muito bem localizada no norte do Mato Grosso, é uma planta perto, o produtor poder estar lá acompanhando a boiada com os próprios olhos, o que faz toda a diferença”, indicou.

Em participação no Giro do Boi, Tatinha destacou que os produtores estão aprovando a opção da engorda no boitel pelo rendimento satisfatório, uma consequência do aproveitamento de todo o potencial da carcaça, além da otimização da rotatividade dentro da fazenda. Além disso, os lotes terminados na unidade dos Confinamentos JBS são elegíveis para participação em protocolos que remuneram por qualidade e oferece também opção para trava de preços no mercado futuro. “São oportunidades grandes para quem termina boi no confinamento”, ressaltou. “E nós estamos aqui na ponta para receber os animais bem terminados, e com certeza o consumidor também agradece”, concluiu Tatinha.


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Jose Lucio Junqueira Caldas
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