Política

19/01/2021 14:29 Gazeta Digital

126 mil doses da vacina chegam aos municípios de MT até quarta

O começo da semana em Mato Grosso teve duas boas notícias. A primeira, sobre a liberação da vacina contra a covid-19 e a segunda que foram enviadas mais doses do que era previsto do imunizante. Segundo o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, as 126 mil doses chegam aos municípios nesta terça (19) e quarta-feira (20).

O plano de vacinação estadual prevê que a vacina entregue pelo Ministério da Saúde seja distribuída para 16 regionais de saúde por via aérea. De lá, serão encaminhadas para os municípios de caminhão. Diferente de outras campanhas de vacinação, a imunização contra a covid-19 terá grande parte do transporte feito por avião, para garantir agilidade e segurança no processo. 

Receberão as vacinas por via aérea Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Juína, Juara, Sinop, São Feliz do Araguaia, Porto Alegre do Norte e Peixoto de Azevedo. Apesar de não serem polos, Colniza, Aripuanã e Rondolândia também terão as doses entregues de avião, por causa da dificuldade de acesso e distância.

 

Apesar do aumento nas doses enviadas, Figueiredo explica que a quantidade ainda é baixa perto da demanda. “Nós rebemos 3,7% de doses para vacinar a população de Mato Grosso. Não é dose suficiente para vacinem nem 100% dos públicos estabelecidos, apenas um recorte”.

 

De acordo com o secretário, para garantir a “imunidade de rebanho”, que é quando uma determinada parcela da população recebe a vacina e se torna imune contra a doença e acaba agindo como uma barreira que protege toda a população – mesmo quem não é imune -, é preciso que pelo menos 60% dos mato-grossenses recebam a vacina da covid-19.

 

“Vamos ter vacina até o final do ano, vamos conviver com essa pandemia por muitos meses. E temos que torcer para que haja capacidade de produção ampliada tanto do Butantan quanto da Fiocruz e que o governo também consiga fazer importação de outras vacinas”, alerta Figueiredo.

 

Isso significa que até mesmo a vacinação dos grupos prioritários não será rápida por causa da falta de vacina disponível no mercado. Nessa primeira fase serão imunizados os profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos internadas em abrigos, idosos com mais de 75 anos e indígenas que moram em aldeias.


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Jose Lucio Junqueira Caldas
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