Cidade

20/01/2021 04:33 Diario de Cuiabá

Inadimplência caiu 2,49% em Mato Grosso no ano passado

Os setores com maior número de dívidas foram os bancos, com 31,40%, e o comércio, com 31,30%

O total de inadimplentes registrado em dezembro de 2020 diminuiu em relação ao ano anterior. O levantamento, feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), aponta que o número em Mato Grosso caiu ‐2,49% em dezembro de 2020, em relação a dezembro de 2019.

A média da região Centro‐Oeste foi de ‐4,71%, e, a nacional em ‐4,31%. A sequência de redução de inadimplentes foi mantida na passagem de novembro para dezembro, o número de devedores caiu -0,99%.

A abertura por faixa etária do devedor mostra que o número de consumidores com participação mais expressiva em dezembro foi o da faixa de 30 a 39 anos (26,39%), seguida pela faixa de 40 a 49 anos (21,50%).

Já o número de dívidas em atraso dos mato-grossenses caiu ‐5,25% em dezembro de 2020, em relação a dezembro de 2019. O dado ficou acima das médias da região Centro‐Oeste (‐7,01%) e nacional (‐7,14%).

Na passagem de novembro para dezembro, o número de dívidas caiu -1,62%.

Os setores com participações mais expressivas do número de dívidas em dezembro no Estado foram os Bancos, com 31,40% e o comércio com 31,30% do total de dívidas.

Com relação ao número médio de dívidas por devedores, em dezembro de 2020, cada consumidor inadimplente tinha em média 1,904 dívidas em atraso.

Esse indicador ficou acima da média da região Centro‐Oeste (1,858 dívidas por pessoa inadimplente) e da média nacional registrada no mês (1,789 dívidas para cada pessoa inadimplente).

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Mato Grosso encerrou o ano com 1.081 milhão de inadimplentes.

São quase -28 mil consumidores quando comparado com o fechamento de 2019. Já referente ao número de dívidas o fechamento ficou próximo a 2,97 milhões.

"Se compararmos com o período mais elevado da inadimplência durante 2020, que foi em abril, já são mais de 162 mil mato-grossenses que conseguiram quitar suas dívidas", avaliou o superintendente da entidade, Fábio Granja.

Para Granja é importante ter a inadimplência reduzida, pois trata-se de um mal que pode levar uma empresa à falência.

"Apesar da melhora gradativa de alguns indicadores econômicos destes últimos meses, o primeiro trimestre de 2021 será um termômetro importante para tentarmos prever como será a continuidade desse processo de recuperação da economia, por isso é importante ficarmos com um sinal amarelo, pois a pandemia ainda está presente e sabemos o quanto ela tem interferido no comportamento e na confiança do consumidor. A consistência desse processo de retomada passa pela continuidade, em especial, daquilo que toca diretamente o bolso do consumidor: emprego e renda. Mesmo com a inadimplência caindo aos poucos, as famílias ainda enfrentam dificuldades para honrar seus compromissos, tanto é que há um estoque elevado de pessoas com contas a pagar", disse.


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