Cidade

09/06/2019 07:02 Agencia Brasil

Acordo entre ICMBio e ONG alemã reintroduzirá ararinha-azul no Brasil

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a organização não governamental Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP), da Alemanha, firnaram hoje (7) um acordo que oficializa a vinda de 50 ararinhas-azuis do país europeu para o Brasil. A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) pertence à caatinga e entrou em extinção em outubro de 2000, por ser alvo de caçadores e traficantes de animais.

Essas práticas ilegais, juntamente com a destruição do bioma, fizeram com que, de uma década para outra, restasse somente um exemplar da ave, em 1990. Na década de 1980, expedicionários identificaram três ararinhas-azuis e, em nova busca, 10 anos depois, a última remanescente foi localizada, acendendo o alerta de ambientalistas. 

De acordo com o ICMBio, existem hoje pelo mundo 163 exemplares da ave. Todos os espécimes vivem fora de seu habitat natural, ou seja, em cativeiro.

A espécie é considerada endêmica da região de Curaçá, interior da Bahia, ou seja, desenvolve-se de forma natural somente naquele território. Para receber os animais, que devem chegar em novembro, o ICMBio está concluindo, em parceria com diversas entidades, a construção de um espaço, no município baiano, e espera que a soltura na natureza ocorra entre 2020 e 2024.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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